Como consumidores cada vez mais exigentes, somos bombardeados diariamente com “cantadas” publicitárias que já não colam mais.

Todo mundo já deve ter experimentado aquela paixão a primeira vista por alguém cujo físico lhe chamou atenção mas que durante uma aproximação, conversa vai, conversa vem e você percebe que aquela pessoa só era só uma embalagem bem desenhada e perfumada. Há quem se contente com esta superficialidade mas há também quem desiste de primeira e parte pra outra, ou abandonamos o carrinho ali mesmo, deixamos o galante vendedor, no vácuo. E porque fazemos isso? Será que realmente existe uma fórmula para isso?

Em uma sociedade cada vez mais exigente em seus relacionamentos e negócios, é aí que entra o papel do Marketing Conteúdo: casar um visual atraente através de bom papo, que desperte o ardente desejo de um cliente em buscar explorar mais sobre o que você tem a lhe oferecer e quem sabe engatar o namoro. Depois de colocar a aliança de prata no dedo através de bons MQLs  ou seja, leads relavantes ao propósito que despertou a sua busca pelo produto, é que tem sido pauta de discussão entre os profissionais de Marketing. Não basta só jogar a isca através de e-books gratuitos ou relatórios estatísticos muitas vezes com validações infundadas, é preciso ter o que chamo de “Auto-Confiança Digital”, inspirar domínio e claro, aquele estilo: “Eu não estou desesperado para ficar com você”. Planejar uma abordagem deliberada através de um bom design de Comunicação, é o parte da estratégia, mas assim como nos relacionamentos, nós ( consumidores) só ficamos mesmo daqueles que se fazem de difíceis, sem jogos. Não deixar logo de cara que você quer vender algo em troca, ou ficar jogando armadilhas para conseguir ganhar o contatinho, não funciona mais gente! Cada individuo é único, ainda que os algoritmos consigam mapear comportamentos do consumidor, um bom Marketing de Conteúdo com pitada de exclusividade, pessoalidade e mistério é que transforma namoro em casamento. Além disso um bom domínio sobre a história a que se irá contar, a linguagem utilizada, cores, sem dúvida são determinantes, mas em uma era digital onde conhecimento é poder, e tá aí o próprio Google para nos disponibilizar muita coisa gratuita, pode não fazer muito sentido se o que você oferece tiver um conteúdo muito raso e depois de colher todas as pedrinhas da trilha o pote do tesouro vem amarrado a uma assinatura anual de R$ 19,90 por mês. As pessoas precisam se apaixonar por quem você é ou seja, seu produto tem que ser autêntico, você precisa vender os benefícios de um relacionamento voluntário ou em outras palavras, o cliente escolhe você porque você representa um valor para ele. Essa insistência neurológica semelhante aos hits das rádios: a música fica tocando várias vezes no dia até você acreditar que ela é realmente boa, mas não é! Assim são também estes SQLs que ficam pulando em seu desktop em ads, até você pensar que aquilo é o melhor para sua escolha, servem somente para o consumidor que não pensa muito sobre a decisão mas aí vem outro ponto: quem é a persona que você quer encantar? Tópico pata outra discussão claro.

Me parece impossível que exista uma fórmula mágica para fazer essa automação de marketing neurológico realmente ter eficácia, por isso acredito que um bom Marketing de Conteúdo personalizado, como nos velhos tempos ainda é o mais eficaz método de abordagem na conquista de clientes e na tão sonhada transformação de namoro em casamento. Em outras palavras, vai com calma, finge que não viu, explore uma abordagem mais natural, deixe o cliente desejar descobrir mais de você, sem saber que você desesperado para fechar a meta de leads do mês. Quer saber como? Pesquise. Tá cheio de idéias bacanas de agências bem profissionais por aí, mas pesquise mesmo, stalkear parceiros não é feio, é assertivo.

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